Em noite fria, Prodigy incendeia Curitiba!
Prodigy – Aniversário de 10 anos do Clube Vibe – Pavilhão Expotrade – São José dos Pinhais – 09/12/2011
Texto: Luciano Vitor
Fotos: Rodrigo Timoteo
Não era meia noite ainda, e a facilidade e a organização para se chegar ao local do show assustava. Ruas calmas, policiamento e nenhum engarrafamento! Se a primeira impressão é a que fica…
Dentro do pavilhão de eventos as tribos se misturavam. Patricinhas, bombados, pessoas comuns querendo apenas dançar e ver o Prodigy! O local ainda não estava lotado, mas ecnhia a cada minuto que passava, e as tribos seguiam se misturavam…
Exatamente a 01h25min da manhã chega o momento que todos aguardavam! Keith Flint, MC Maxim e Liam Howlet entram no palco e começam o alfabeto de um show onde cabe tudo: do rock ao eletrônico, do raggamufin ao house e principalmente, onde há 20 anos cabe o The Prodigy!
Com uma banda de apoio com direito a bateria e um guitarrista/baixista, o trio subverteu a cena e conseguiu oxigenar o sempre esperado “show de música eletrônica” , aquela “coisa” certinha de apenas djs e pick ups! Não existe apenas isso no no mundo dos ingleses que querem levar a plateia ao hospital, ou serem todos seus “voodo people”.
Com um palco não muito grande, o espetáculo estava montado e pronto, cerca de pelo menos dez mil pessoas presentes, entrando em uma transe e orgia musical, uma verdadeira comunhão com a banda!
Como alquimistas em busca de novos materiais, os ingleses foram reprocessando algumas canções, soltaram outras tantas, e bombardearam o público com uma sequência quase imoral: “Breathe”, “Firestarter”, “Smack My Bitch Up”, “Out Of Space”, “Invaders Must Die”, “Take Me To The Hospital” e “Omen”. Essas somadas à muitas outras para fazer um show onde não faltaram as tradicionais dancinhas entre Keith Flint e Maxim, ou a histeria provocada pelas fugidas de Maxim do palco para uma interação maior com o público, em dado momento o MC cantou de dentro do camarote em meio a um público que se via estupefato com tudo o que acontecia.
Com pouco mais de uma hora de show, a banda fez o que todos esperavam: foi rápida, certeira e potente, colocou todo mundo para dançar e provou que banda mais dj, sempre funciona! Ao menos no caso dos ingleses mais barulhentos e conhecidos dos últimos 20 anos.
Se você incauto leitor não esteve lá, é uma grande pena, pois em uma noite fria, São José dos Pinhais, na Grande Curitiba pegou fogo, e muito dj naquele nove de dezembro, com toda certeza, não só dançou como pulou, e aprendeu muito com os ingleses mais insanos e barulhentos das últimas duas décadas!
Em noite fria, Prodigy incendeia Curitiba!
Prodigy – Aniversário de 10 anos do Clube Vibe – Pavilhão Expotrade – São José dos Pinhais – 09/12/2011
Texto: Luciano Vitor
Fotos: Rodrigo Timoteo
Não era meia noite ainda, e a facilidade e a organização para se chegar ao local do show assustava. Ruas calmas, policiamento e nenhum engarrafamento! Se a primeira impressão é a que fica…
Dentro do pavilhão de eventos as tribos se misturavam. Patricinhas, bombados, pessoas comuns querendo apenas dançar e ver o Prodigy! O local ainda não estava lotado, mas ecnhia a cada minuto que passava, e as tribos seguiam se misturavam…
Exatamente a 01h25min da manhã chega o momento que todos aguardavam! Keith Flint, MC Maxim e Liam Howlet entram no palco e começam o alfabeto de um show onde cabe tudo: do rock ao eletrônico, do raggamufin ao house e principalmente, onde há 20 anos cabe o The Prodigy!
Com uma banda de apoio com direito a bateria e um guitarrista/baixista, o trio subverteu a cena e conseguiu oxigenar o sempre esperado “show de música eletrônica” , aquela “coisa” certinha de apenas djs e pick ups! Não existe apenas isso no no mundo dos ingleses que querem levar a plateia ao hospital, ou serem todos seus “voodo people”.
Com um palco não muito grande, o espetáculo estava montado e pronto, cerca de pelo menos dez mil pessoas presentes, entrando em uma transe e orgia musical, uma verdadeira comunhão com a banda!
Como alquimistas em busca de novos materiais, os ingleses foram reprocessando algumas canções, soltaram outras tantas, e bombardearam o público com uma sequência quase imoral: “Breathe”, “Firestarter”, “Smack My Bitch Up”, “Out Of Space”, “Invaders Must Die”, “Take Me To The Hospital” e “Omen”. Essas somadas à muitas outras para fazer um show onde não faltaram as tradicionais dancinhas entre Keith Flint e Maxim, ou a histeria provocada pelas fugidas de Maxim do palco para uma interação maior com o público, em dado momento o MC cantou de dentro do camarote em meio a um público que se via estupefato com tudo o que acontecia.
Com pouco mais de uma hora de show, a banda fez o que todos esperavam: foi rápida, certeira e potente, colocou todo mundo para dançar e provou que banda mais dj, sempre funciona! Ao menos no caso dos ingleses mais barulhentos e conhecidos dos últimos 20 anos.
Se você incauto leitor não esteve lá, é uma grande pena, pois em uma noite fria, São José dos Pinhais, na Grande Curitiba pegou fogo, e muito dj naquele nove de dezembro, com toda certeza, não só dançou como pulou, e aprendeu muito com os ingleses mais insanos e barulhentos das últimas duas décadas!












